Maturidade Psíquica



Características da Pessoa Madura

  • Vivência com fluidez e flexibilidade;
  • Os valores externos não são recebidos rigorosamente;
  • O mais importante está em si mesmo, não fora de si;
  • Dedica-se ao que sente e/ou está sentindo no momento;
  • Tenta perceber melhor e esclarecer o que lhe faz bem e o que não lhe faz bem;
  • Acredita na sabedoria de si mesmo, e que é capaz de utilizá-la para se melhorar;
  • Faz hipóteses para as conseqüências de suas escolhas;
  • Não faz coisas porque devem ser feitas, mas por querer certas melhorias;
  • Não procura agradar o outro por agradar, mas por um sentimento próprio e real;
  • Seus comportamentos são autênticos, correspondendo aos seus sentimentos;
  • Escolhe os caminhos sozinho, de maneira autônoma;
  • Prefere o desenrolar das coisas do que a rigidez ou estabilidade;
  • Permanece aberto à novas e diferentes experiências, tanto externas quanto internas;
  • Aprecia a si mesmo pelo que é, e aprecia os outros pelo que são;
  • A comunicação com o outro é pessoal, não é fria ou impessoal;
  • Objetivo: agradar a si mesmo, reconhecer seus sentimentos, ser autêntico, congruente e potencializar sua vida.



Maturidade Psíquica

  • Deixar de lado o "eu devo fazer" para o "eu quero fazer";
  • Escolher valores porque fazem sentido para si, e não por recebê-los de fora;
  • Reconhecer frustrações como caminhos para superar a si mesmo e sua condição;
  • Ter consciência do que sente e pensa, agindo e comunicando de maneira clara e correspondente;



Características da Pessoa Imatura

  • Os valores são introjetados do externo para si – não possui valores próprios e se guia pelos dos outros, seguindo rigidamente como regras fixas;
  • A fonte de valorização está fora do indivíduo (nos objetos e nos outros) e não em si mesmo, no que se sente e no que se quer realmente;
  • O critério de seus comportamentos depende de quanto é amado ou aceito – estabelece valores não por decidir por eles, mas pelo quanto é amado ou aceito quando os pratica – o ponto de referência para se escolher o que quer para si mesmo está no outro e não em si mesmo;
  • Não se responsabiliza por suas escolhas, mesmo porque não escolhe por si mesmo e sim por regras externas, culpabiliza essas regras e os outros pelas escolhas mal sucedidas;
  • Guia-se pelo olhar dos outros e não pelo que sente e quer para si mesmo;
  • Não sente autonomia em si mesmo para superar frustrações e obstáculos, depende do outro para guiar e orientar;
  • Dá importância ao que os outros pensam e dizem e não ao que sentem;
  • Objetivo: agradar os outros, seguir regras para se sentir aceito.

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Referência:
Abordagem Centrada na Pessoa, Carl Rogers

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